

Tetraplegia, também conhecida como quadriplegia, é quando uma paralisia afeta os movimentos de todas as quatro extremidades que se unem à musculatura do tronco, sendo elas braços, tronco e pernas.
Geralmente, a tetraplegia é provocada por lesões que atingem a medula espinhal a nível da coluna cervical, devido à situações como traumatismos em acidentes, hemorragia cerebral, sérias deformidades na coluna ou doenças neurológicas.
A perda dos movimentos pode ter intensidades diferentes, que variam desde uma fraqueza até a perda total da capacidade de movimentar o membro. A depender do nível da lesão, a capacidade respiratória também pode também ser comprometida, podendo ser indicado o uso de aparelhos para auxiliar a respiração, e também pode causar demência leve.
Para saber mais detalhes sobre tetraplegia, quais as suas causas, sintomas, tratamentos, níveis e quais as principais medidas de prevenção, continue a leitura.
Como mencionamos anteriormente, a tetraplegia acontece quando lesões atingem a medula espinhal a nível cervical, causando perda dos movimentos do tronco, pernas e braços.
Estas lesões podem ser decorrentes de trauma por acidentes, deformidades na coluna, doenças neurológicas ou hemorragia cerebral.
A tetraplegia é diferente de paraplegia, pois na paraplegia há lesão medular abaixo da região torácica, afetando apenas o tronco e os membros inferiores, preservando a força nos braços.

Classifica-se de tetraplegia completa quando há comprometimento total dos quatro membros e/ou da respiração com secção total da medula, isto é, a comunicação entre o cérebro e as outras partes do corpo fica interrompida abaixo do nível da lesão.
A tetraplegia pode estar acompanhada de outras complicações, como listamos a seguir:
Para tratar as alterações, que podem ser recuperadas em alguns casos e se readaptar às atividades diárias, a pessoa com tetraplegia deverá ser acompanhada não só pelo neurologista, mas também por uma equipe composta por fisioterapeuta e terapeuta ocupacional.
Além disso, também é indicado o acompanhamento psicológico, pois a perda das capacidades físicas também pode deixar a pessoa mais vulnerável ao surgimento de alterações na autoestima e depressão.
A tetraplegia costuma surgir por alguma lesão na medula espinhal a nível da região cervical, prejudicando a comunicação do sistema nervoso com os braços e pernas. As principais causas incluem:
Para detectar a tetraplegia, o neurologista deverá fazer o exame neurológico detalhado, em que irá avaliar a força muscular, a sensibilidade da região e os reflexos, sendo capaz de observar a gravidade, solicitar exames e determinar os melhores tratamentos.
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Uma pessoa com tetraplegia pode se curar ou recuperar parcialmente os movimentos, no entanto, isto depende da causa e da gravidade da lesão. É comum dizer que tetraplégico é aquele que não tem movimento do pescoço para baixo, mas existem sim pessoas com tetraplegia que movem os braços, que perderam a funcionalidade apenas do peito para baixo e pessoas que mantêm a capacidade de mover as pernas e os braços. Novamente, depende da lesão.
Sendo assim, o tratamento inicial é orientado conforme a causa. As lesões na coluna devem ser tratadas por um neurocirurgião ou por um médico ortopedista experientes nesta situação, com imobilização, tração da região e cirurgia. Já as doenças neurológicas, como AVC e ELA, são tratadas com orientação do neurologista, com medicamentos específicos para cada doença.
Estando a tetraplegia instalada, o tratamento é voltado para a reabilitação do paciente, com realização de fisioterapia, terapia ocupacional, atividades físicas e acompanhamento psicológico. O uso de órteses para corrigir a postura ou estabilizar áreas do corpo também pode ser indicado.
Além disso, a pessoa com tetraplegia precisará adaptar as suas atividades diárias para que consiga manter a sua independência o máximo possível, o que inclui uso de cadeiras de rodas especiais que se podem comandar com o queixo (controle mentoniano), aparelhos verticais eletro-hidráulicos para assegurar a posição ereta, respiração assistida, dispositivos de apoio, facilitadores para a alimentação ou softwares para controlar o uso do computador, por exemplo.
As paralisias podem ser evitadas de diferentes maneiras.
Sendo assim, para evitar as lesões da medula espinhal, é importante:
Para evitar a transmissão hereditária, em caso de precedentes familiares, tais como distrofia muscular ou Coréia de Huntington, deve-se consultar um geneticista antes da gravidez ou detectar a presença de doenças genéticas durante esta última.
Para evitar predisposições, é importante:
Lesões na coluna cervical um pouco acima da sexta vértebra deixam o indivíduo tetraplégico, e acima de C4 interrompem o controle da respiração, parando a respiração instantaneamente.

Como todos sabem, a evolução da ciência vem revolucionando a qualidade de vida das pessoas. Um implante na coluna que emite estimulações nervosas possibilitou que três homens paraplégicos, que haviam sofrido as lesões após acidentes automotores, recuperarem as funções motoras.
Eles voltaram a andar depois que o dispositivo implantado conseguiu estimular nervos abaixo da lesão na medula espinhal e possibilitou aos pacientes ficar de pé, nadar e andar de bicicleta.
Os resultados positivos foram observados ainda na primeira hora depois do implante dos protótipos, em que os pacientes conseguiram dar os primeiros passos. Em seis meses, eles recuperaram capacidades mais avançadas, de acordo com o estudo publicado na Revista Nature.
O dispositivo é macio, flexível e do tamanho de um marca-passo e adaptável a cada paciente. O implante é feito no topo dos nervos da medula espinhal, embaixo das vértebras e os próprios pacientes conseguem comandar as ações por meio de um tablet ou smartphone, conectado ao aparelho implantado. Com um simples toque, é possível selecionar o comando desejado, como andar, sentar, nadar, e um estímulo é enviado ao dispositivo, que possibilita a execução.
Ou seja, já existem equipamentos capazes de ativar músculos do tronco e das pernas da pessoa ao emitir leves descargas elétricas.
As lesões na medula espinhal podem ser classificadas em dois tipos: Tetraplegia completa e
Tetraplegia parcial ou incompleta ou tetraplegia.
A escala ASIA permite classificar os pacientes com base nos prejuízos funcionais causados pela lesão e classificar os pacientes da classe A à classe D. Isso influenciou significativamente a terapia e o planejamento cirúrgico.
A escala ASIA é representada da seguinte maneira:
A medula espinhal de um indivíduo tetraplégico pode ser classificada em 3 segmentos, que podem ser usados para classificar a lesão:
Feridas na medula espinhal incompletas podem levar a várias apresentações pós-lesão. Três síndromes principais são descritas e dependem do local exato, assim como da extensão de uma lesão.
Tetraplegia espástica é uma forma de diplegia espástica, que afeta todos os 4 membros (pernas e braços) em vez de apenas as pernas. É diferente e não relacionada à quadriplegia geral, no sentido de que sua característica central é a espasticidade, ao passo que a quadriplegia é definida primariamente pela paralisia.
É um termo usado para descrever uma condição de imobilidade completa, causada por deficiência física grave.
Refere-se a casos de quadriplegia, que são causados por fatores congênitos.
Ocorre quando a medula espinhal cervical de um indivíduo sofre uma lesão temporária, mas grave. A disfunção nervosa pode acontecer em ambos os braços ou pernas, em um lado do corpo ou nos quatro membros. Os pacientes podem sentir dor, dormência ou paralisia completa.
Uma quadriplegia transitória geralmente leva 15 minutos para ser resolvida, mas pode precisar de mais tempo, levando quase 48 horas.
E em caso de dor na coluna e nos ombros, sempre procure um especialista para que possa receber um diagnóstico mais preciso, de forma a direcionar seu tratamento.
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Vale ressaltar a importância de um médico especializado para realizar o diagnóstico correto. Pensando em proporcionar a melhor solução para sanar os problemas dos pacientes, o Dr. Henrique Noronha é médico ortopedista, especialista em cirurgia de coluna e intervenção de dor, usando técnicas minimamente invasivas, se colocando sempre à disposição para trazer mais qualidade de vida às pessoas que sofrem com problemas na coluna – Agende já a sua consulta.
EXCELENTE Com base em 303 avaliações Publicado em Google Érica04/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Procuramos Dr Henrique num momento de crise de dor do meu pai. Nunca havia visto meu pai com tanta dor como naquela circunstância e ele soube brilhantemente conduzir o caso. Confiamos nas condutas dele, mesmo tementes diante de tanta dor, seguimos suas orientações e a melhora aconteceu… Foi incrível!!! Foi a melhor escolha que fizemos! Muito obrigada Dr Henrique. Vc é um excelente profissional! Toda minha família recomenda seus cuidados com certeza!Publicado em Google Geovana AJ01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. O Dr Henrique é muito atencioso e que me passa enorme confiança. Ele conduziu de forma excelente o meu caso da hérnia qual agora já estou curada, graças a Deus. Obrigada Dr!Publicado em Google Joao Gabriel Maia01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissional atencioso, muito atento as minhas queixas e desconfortos. Procurou entender com muita atenção todos os detalhes de minha rotina, e orientou como eles poderiam influenciar no tratamento.Publicado em Google Leandro Mendes01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótimo profissional especialista em Coluna,Publicado em Google Thiago Martins01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dr. Henrique, você é simplesmente incrível! Cuidar da coluna não é tarefa fácil, mas você faz parecer simples com tanta segurança, paciência e atenção. Dá pra ver que você realmente ama o que faz e isso faz toda a diferença pra quem tá sentindo dor e procurando ajuda.Publicado em Google Betinha Martins01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótimo!