

A ressonância magnética da coluna é um exame por imagem que permite uma excelente acuidade diagnóstica em diversas patologias, como como hérnia de disco, artrose, deslizamentos vertebrais, aperto na coluna, fraturas, escoliose, doenças inflamatórias e tumores benignos ou malignos.
Como você pode observar, a ressonância magnética pode ser indicada em várias situações, principalmente para complementação diagnóstica ou acompanhamento do tratamento de alguma doença em qualquer região do corpo.
Se você tem dúvidas e quer saber mais sobre ressonância magnética da coluna, leia este artigo e entenda o que é, como é feito, para que serve, quais os riscos e benefícios, como se preparar para o exame, e muito mais.

Ressonância magnética da coluna é um procedimento moderno, indolor e não invasivo para diagnosticar inúmeras patologias, que combina um campo magnético a ondas de rádio para gerar imagens de alta qualidade e resolução dessa área do corpo.
Ao contrário de outros exames de imagem, a RM não emprega radiação ionizante, o que representa uma vantagem para alguns grupos de pessoas.
Gestantes e crianças são exemplos de grupos sensíveis, que devem ser protegidos dos famosos raios X, isso porque a exposição a esse tipo de radiação está relacionada ao desenvolvimento de câncer, abortos e malformações em fetos, ou seja, a ressonância nuclear magnética se apresenta como uma opção mais segura caso seja preciso investigar problemas na coluna de grávidas, por exemplo.
Atualmente, a ressonância magnética é o exame mais sensível e detalhado para avaliação da coluna e de hérnias de disco.
Por apresentar melhor detalhamento dos tecidos, a ressonância magnética da coluna lombar é indicada para diagnosticar:

Basicamente, o exame só não costuma ser a preferência quando médico ou paciente sabem que houve fratura ou problema restrito aos ossos.
Esse estudo é possível devido a particularidades do exame, que provoca o desalinhamento dos átomos de hidrogênio contidas nas moléculas de água do corpo.
Como a coluna se estende desde o pescoço até o cóccix, a ressonância dessa área pode ser indicada diante de uma série de condições e sintomas.
Confira alguns sinais e casos de indicação da RM da coluna:
A ressonância magnética da coluna vertebral pode ser de toda a área, englobando incidências de cada uma das porções da coluna.
No entanto, é mais comum que o exame seja direcionado a uma ou mais partes dessa região, que pode ser subdividida em cervical, torácica, lombar e lombo-sacra.
Cada divisão corresponde a um trecho demarcado por um conjunto selecionado dentre as 33 vértebras que formam a coluna. Para que não se desgaste, cada vértebra é intercalada a um pedaço esponjoso.
A seguir, conheça os 5 tipos de ressonância magnética da coluna.
Completo, esse teste dá uma visão ampla da coluna, combinando incidências das áreas cervical, torácica, lombar e lombo-sacra.
A coluna cervical corresponde à primeira porção, que se inicia no pescoço e termina na parte superior do tórax.
Apesar de pequeno, o trecho é composto por 7 vértebras, chamadas C1, C2, C3, C4, C5, C6 e C7.
Como o nome sugere, a ressonância magnética da coluna torácica capta imagens das vértebras contidas na parte posterior do tórax.
O teste também pode ser chamado ressonância magnética da coluna dorsal, cobrindo as vértebras de T1 a T12.
O estudo por imagem da região logo abaixo do tórax recebe o nome de ressonância magnética da coluna lombar.
Com uma leve curvatura, a área é composta por um total de cinco vértebras – de L1 a L5.
O último trecho vai até o cóccix e é denominado coluna lombo-sacra.

Medical Imaging

Para se preparar para a ressonância magnética da coluna, é importante informar ao médico sobre o uso de objetos metálicos no corpo e de qualquer implante ou prótese que utilize, já que eles podem ser aquecidos ou movidos por conta do campo magnético gerado pelo aparelho. Em alguns casos, o médico pode sugerir um outro exame mais apropriado.
Portadores de marcapasso, próteses de metal ou que tenham vestígios deixados por projéteis, por exemplo, devem informar ao médico sobre esses detalhes.
Quem precisar fazer uso de contraste deve informar também ao profissional sobre alergias ou reações alérgicas que já tenha tido, assim como fazer jejum de 2 horas.
Vale ressaltar que a maioria dos equipamentos de RM é de campo fechado, ou seja, exige que a pessoa deslize para dentro de um grande tubo para gerar imagens. Assim como em uma fotografia comum, o teste pede que o paciente fique parado por um período considerável, o que pode resultar em desconforto.
Nesse contexto, quem tiver claustrofobia, crises de ansiedade ou problemas para permanecer em uma mesma posição pode precisar receber um sedativo.
A prática é comum para a condução da RM em crianças.
No dia do exame, o paciente deve chegar ao local com antecedência, usando roupas confortáveis, sem detalhes metálicos. Também não deve fazer uso de jóias, piercings, relógios e outros acessórios metálicos.
O pós-exame costuma ser tranquilo e o paciente deve poder seguir com seu dia normalmente. No caso de quem tomou o contraste, não é recomendado dirigir.
Um exame de RM é realizado num equipamento que permite gerar campos magnéticos intensos, e desta forma, gerar imagens das estruturas do corpo humano (neste caso da coluna vertebral) para poder ser visualizadas pelo médico especialista e assim diagnosticar diversas patologias, conforme vimos anteriormente.
Antes de iniciar o exame, o paciente deverá trocar a roupa por uma bata e retirar todos os objetos metálicos de que é portador, designadamente, relógio e acessórios.
Em seguida, o paciente é colocado em decúbito dorsal (“barriga para cima”) na mesa que correrá para o interior do aparelho de RM, iniciando-se o exame.
Durante a realização do procedimento serão fornecidas instruções via intercomunicador, devendo o paciente conservar-se em repouso absoluto, uma vez que qualquer movimento danificará a imagem médica (tal como na fotografia que fica “tremida” quando nos mexemos). Se durante o exame o doente se sentir desconfortável poderá solicitar a interrupção do mesmo via intercomunicador.
Dependendo da localização dos seus sintomas, apenas uma parte do corpo deverá ser submetida ao exame. Por exemplo, apenas a região do pescoço, tórax ou coluna lombar. O contraste a base de Gadolínio pode ser utilizado quando se está a procura de infecção, tumor ou problemas pós-cirúrgicos.
Se o contraste precisar ser utilizado, um profissional irá colocar um cateter na veia do seu braço por onde ele será injetado. Você será colocado na máquina e o profissional irá comandar o exame através de um computador localizado em uma sala vizinha.
Quando o exame finalizar, você poderá ser solicitado a aguardar enquanto as imagens são rapidamente analisadas para verificar se necessita alguma repetição. O exame completo dura em média 20 a 60 minutos, dependendo de qual parte do corpo estão sendo captadas as imagens e se utilizará ou não o contraste.
É importante ressaltar que a RM causa quase nenhum risco à saúde do paciente quando segue todos os protocolos de segurança.
Caso seja realizada sedação, existe o risco inerente ao procedimento sedativo, porém seus sinais vitais são sempre acompanhados para minimizar as chances de complicação.
O campo magnético não é perigoso, porém pode causar danos a dispositivos metálicos ou estes podem distorcer as imagens obtidas.
Fibrose sistêmica nefrogênica é uma conhecida, porém rara, complicação relacionada a injeção do contraste a base de gadolínio e pode ocorrer em pacientes com grave doença renal. Para estes pacientes, antes do exame é necessário a realização de exames de sangue para saber a função do rim.
Existe uma pequena chance de ocorrer reação alérgica ao contraste, porém estas são controladas com uso de medicações.
A maioria dos pacientes com dor lombar recente não precisa de exames de imagem. Porém, se a dor persistir por mais de 6 semanas apesar do tratamento clínico, medicação e fisioterapia (tratamento conservador), pode ser necessária a investigação por exame de imagem.
Exames de imagem podem ser necessários já no início dos sintomas em pacientes com suspeita de doenças graves, incluindo fratura, câncer, hérnias agudas com compressão de nervos e infecção. Há diferentes formas de examinar a coluna pelos métodos de imagem, a escolha irá depender da suspeita clínica, da urgência do caso e das condições clínicas do paciente.
Em pacientes com dor persistente por mais de 6 semanas apesar do tratamento conservador ou que apresentam sinais neurológicos, como fraqueza, dormência, dor irradiada para o membro ou dificuldade de controlar um músculo específico, a ressonância magnética é recomendada para melhor avaliação diagnóstica.
Os pacientes que fazem o exame pelo SUS não precisam pagar nenhum valor.
Já pacientes que possuem plano de saúde, podem fazer o exame sem custo adicional ou precisar pagar uma pequena fração do valor do exame, geralmente menor que R$100,00, dependendo do contrato do próprio paciente com o convênio.
Já os exames particulares variam bastante, algo em torno de R$600,00 a R$1.000,00, a depender da qualidade do equipamento, das imagens, do serviço prestado, da qualidade e segurança da equipe de enfermagem e da qualidade da equipe médica que faz a interpretação dos exames.
A ressonância magnética da coluna lombar pode ser realizada em clínicas de imagem que disponham do equipamento para o exame. É importante escolher um estabelecimento que conte com aparelhos de qualidade e profissionais qualificados para garantir bons resultados.
E em caso de dor na coluna e nos ombros, sempre procure um especialista para que possa receber um diagnóstico mais preciso, de forma a direcionar seu tratamento.
Previna-se e complemente o seu conhecimento com esses próximos artigos:
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👉 Alongamento para coluna: Aprenda a prevenir a dor nas costas
👉 Saiba como a obesidade pode gerar problemas na coluna
👉 Os malefícios causados pela má postura corporal – Dr Henrique Noronha
Vale ressaltar a importância de um médico especializado para realizar o diagnóstico correto. Pensando em proporcionar a melhor solução para sanar os problemas dos pacientes, o Dr. Henrique Noronha é médico ortopedista, especialista em cirurgia de coluna e intervenção de dor, usando técnicas minimamente invasivas, se colocando sempre à disposição para trazer mais qualidade de vida às pessoas que sofrem com problemas na coluna – Agende já a sua consulta.
EXCELENTE Com base em 303 avaliações Publicado em Google Érica04/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Procuramos Dr Henrique num momento de crise de dor do meu pai. Nunca havia visto meu pai com tanta dor como naquela circunstância e ele soube brilhantemente conduzir o caso. Confiamos nas condutas dele, mesmo tementes diante de tanta dor, seguimos suas orientações e a melhora aconteceu… Foi incrível!!! Foi a melhor escolha que fizemos! Muito obrigada Dr Henrique. Vc é um excelente profissional! Toda minha família recomenda seus cuidados com certeza!Publicado em Google Geovana AJ01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. O Dr Henrique é muito atencioso e que me passa enorme confiança. Ele conduziu de forma excelente o meu caso da hérnia qual agora já estou curada, graças a Deus. Obrigada Dr!Publicado em Google Joao Gabriel Maia01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissional atencioso, muito atento as minhas queixas e desconfortos. Procurou entender com muita atenção todos os detalhes de minha rotina, e orientou como eles poderiam influenciar no tratamento.Publicado em Google Leandro Mendes01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótimo profissional especialista em Coluna,Publicado em Google Thiago Martins01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dr. Henrique, você é simplesmente incrível! Cuidar da coluna não é tarefa fácil, mas você faz parecer simples com tanta segurança, paciência e atenção. Dá pra ver que você realmente ama o que faz e isso faz toda a diferença pra quem tá sentindo dor e procurando ajuda.Publicado em Google Betinha Martins01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótimo!