

Saiba que a infecção na coluna é um diagnóstico relativamente comum nos pacientes, que pode ser causado por outros tipos de infecções, como a infecção urinária e a de pele. Entretanto, infecções na coluna são complicadas de identificar, uma vez que seus sintomas são semelhantes a outras doenças da coluna.
Apesar dos sintomas que começam de forma leve, a infecção na coluna pode piorar ao longo do tempo caso não seja tratada, trazendo sérias complicações, como a perda de mobilidade e até mesmo a morte.
Continue conosco e entenda melhor sobre o que é infecção na coluna, quais os tipos, sintomas, causas, diagnóstico, tratamento e dentre outras dúvidas.
A nossa coluna vertebral é formada por diversas estruturas, além de ser um canal de comunicação entre o sistema nervoso central e periférico, e as infecções que a afetam acontecem devido a microorganismos invasores.
É importante entender que as infecções na coluna são causadas por bactérias ou organismos fúngicos e podem ocorrer em diversas situações, por isso, é essencial estar atento aos sintomas para buscar o tratamento adequado se necessário.
Dessa forma, alguns dos cenários mais comuns para o aparecimento dessas infecções são complicações pós-operatórias (que acontecem em cerca de apenas 1% dos casos) e pacientes que sofrem com:
Infecções da coluna vertebral podem ocorrer após procedimento urológico, porque as veias na parte inferior da coluna surgem através da pelve. A região mais comumente afetada da coluna é a lombar. Usuários de drogas endovenosas são mais propensos a infecções que afetam a região cervical.
Os sintomas variam dependendo do tipo de infecção na coluna, mas geralmente a dor é localizada inicialmente no local da infecção.
Os pacientes pós-operatórios podem inicialmente ter poucos sintomas, mas, eventualmente, desenvolver dores nas costas. Geralmente, jovens e crianças pré-verbais não têm febre nem parecem estar com dor, mas se recusam a flexionar ou dobrar a espinha. Crianças acima de três a nove anos apresentam dor nas costas como o sintoma predominante.
Infecção pós-operatória do espaço do disco ocorre, em média, um mês após a cirurgia. A dor geralmente é aliviada pelo repouso e imobilização, mas aumenta com o movimento – se não for tratada, piora progressivamente a ponto de ser refratária, não respondendo aos analgésicos.
A maioria dos casos de infecção na coluna envolve sintomas leves. Porém, é importante ressaltar que caso o quadro não seja tratado, ele pode trazer sérias complicações para os pacientes.
Por isso, ao perceber qualquer sintoma, mesmo que seja leve, é importante agendar uma consulta com o ortopedista especialista em coluna para realizar o diagnóstico e dar início ao tratamento.
Os sintomas mais comuns de infecção da coluna são:
Vale ressaltar que os sintomas podem ser leves no início e, em seguida, tornarem-se mais intensos. Procure o médico o quanto antes possível.
Causada por bactérias e fungos, essa infecção óssea acontece principalmente pela bactéria Staphylococcus aureus, que habita naturalmente as nossas cavidades nasais, mas que quando ultrapassa as barreiras protetoras do corpo, atinge outras regiões do corpo.
Os grupos de risco para a doença incluem pacientes que:
Espondilodiscite é um processo infeccioso que atinge a coluna, seus discos intervertebrais e as vértebras associadas, que acomete principalmente crianças.
O diagnóstico pode ser difícil, uma vez que não é uma doença comum, mas diante de qualquer sintoma, é necessário buscar atendimento especializado.
Assim sendo, a causa dessa patologia ainda não é clara e pode ter origem em outros processos inflamatórios (como doenças autoimunes, por exemplo), mas geralmente, a infecção se inicia nos platôs vertebrais, se alastrando e alcançando os discos.
O principal sintoma é uma dor local (sendo mais comum atingir a coluna lombar e torácica), que evolui gradativamente até se tornar grave, ficando mais intensa com o movimento.
Fraqueza, dormência, febre, sudorese, perda do apetite e sintomas radiculares também podem aparecer.
O abscesso epidural tem origem em outra infecção primária e, geralmente, atinge a coluna torácica e lombar.
A bactéria Staphylococcus aureus é o principal agente causador da patologia (assim como nos casos anteriores), mas existem outros microorganismos que podem estar relacionados.
Em alguns casos, procedimentos médicos mais invasivos ou o uso de drogas intravenosas podem aumentar o risco para esse tipo de infecção da coluna.
Sendo assim, os sintomas mais comuns são as dores na coluna que aumentam cada vez mais com o passar do tempo e pioram quando o paciente fica na posição deitada, mas alterações de sensibilidade, formigamento ou dormência nos membros inferiores, síndrome de cauda equina e déficits neurológicos também podem aparecer.
O maior desafio dessa doença é chegar a um diagnóstico precoce antes que a morbidade grave ocorra.
O diagnóstico geralmente leva em média um mês, mas pode demorar até seis meses, o que dificulta o tratamento eficaz. Muitos pacientes não procuram ajuda médica até que os sintomas se tornem graves ou debilitantes.
Como os sintomas são comuns para outros tipos de dores e lesões na coluna, o diagnóstico deve sempre ser realizado pelo ortopedista especialista em coluna. Além do exame físico e avaliação do histórico médico do paciente, o profissional pode solicitar também uma ressonância magnética da coluna e o exame de sangue para comprovar o quadro infeccioso ou inflamatório.
Já o exame de cultura permite o diagnóstico da bactéria que causou a infecção. O procedimento é realizado por meio de uma punção guiada por tomografia da coluna, ou o recolhimento direto do material infectado por meio de um procedimento cirúrgico. A melhor opção vai depender do diagnóstico do ortopedista.
Nos casos de infecções profundas das vértebras ou do disco intervertebral, pode ser necessária uma biópsia com orientação de raios-X e medicação anestésica local administrada no local de entrada da agulha.
Alguns exames de sangue adicionais podem ajudar a rastrear os sinais de uma infecção. Esses testes incluem uma contagem de glóbulos brancos, proteína c-reativa (PCR) e uma taxa de sedimentação de eritrócitos. Esses valores podem ser ligeiramente elevados após uma cirurgia, mas geralmente retornam aos valores normais dentro de algumas semanas. Elevação anormal pode representar um sinal de infecção.
Caso a condição não seja tratada, é possível que o quadro apresente complicações que incluem:
O tratamento não cirúrgico de infecções da coluna vertebral consiste em antibióticos ou medicamentos antifúngicos. O tipo e a duração do tratamento dependem da gravidade da infecção e do organismo que a está causando.
A administração dos medicamentos pode ser necessária por via intravenosa e / ou oral. A duração do tratamento normalmente varia de 7 a 10 dias, mas pode chegar até 6 a 12 semanas.
O seu médico pode recomendar o uso de uma cinta para apoiar a coluna até sua completa recuperação e para ajudar com a dor.
A cirurgia pode ser necessária para muitas infecções pós-operatórias para remover grande parte das bactérias e tecidos infectados e necrosados.
Além disso, a cirurgia pode ser necessária nos casos em que há evidência de instabilidade da coluna como resultado da infecção. Nos casos em que há uma fraqueza grave como resultado de uma infecção na coluna vertebral, pode ser necessária uma cirurgia para aliviar a pressão na medula espinhal causada pela infecção.
As opções cirúrgicas para tratar infecções da coluna vertebral variam de simplesmente lavar a ferida e fechar novamente a desbridamentos mais extensos e remoção de tecidos infectados ou ainda dos materiais implantados.
Muitas vezes, é necessária uma combinação de cirurgia e antibióticos a longo prazo para tratar completamente algumas infecções da coluna vertebral.
Ao longo do tratamento, o seu médico pode acompanhar a contagem de glóbulos brancos (leucócitos) juntamente com a proteína C reativa (PCR) ou a taxa de sedimentação de eritrócitos como marcadores da resposta à terapia.
Esses níveis podem estar elevados no período inicial após a cirurgia, mas geralmente retornam ao normal dentro de algumas semanas. A elevação ou falha desses valores em retornar ao normal após o tratamento pode indicar infecção recorrente ou residual.
É importante ressaltar que, de qualquer maneira, a prevenção é uma das principais formas de evitar problemas na coluna e, por isso, existem exercícios que podem ajudar a fortalecer e evitar lesões na região.
E em caso de dor na coluna e nos ombros, sempre procure um especialista para que possa receber um diagnóstico mais preciso, de forma a direcionar seu tratamento.
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👉 Os malefícios causados pela má postura corporal – Dr Henrique Noronha
Vale ressaltar a importância de um médico especializado para realizar o diagnóstico correto. Pensando em proporcionar a melhor solução para sanar os problemas dos pacientes, o Dr. Henrique Noronha é médico ortopedista, especialista em cirurgia de coluna e intervenção de dor, usando técnicas minimamente invasivas, se colocando sempre à disposição para trazer mais qualidade de vida às pessoas que sofrem com problemas na coluna – Agende já a sua consulta.
EXCELENTE Com base em 303 avaliações Publicado em Google Érica04/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Procuramos Dr Henrique num momento de crise de dor do meu pai. Nunca havia visto meu pai com tanta dor como naquela circunstância e ele soube brilhantemente conduzir o caso. Confiamos nas condutas dele, mesmo tementes diante de tanta dor, seguimos suas orientações e a melhora aconteceu… Foi incrível!!! Foi a melhor escolha que fizemos! Muito obrigada Dr Henrique. Vc é um excelente profissional! Toda minha família recomenda seus cuidados com certeza!Publicado em Google Geovana AJ01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. O Dr Henrique é muito atencioso e que me passa enorme confiança. Ele conduziu de forma excelente o meu caso da hérnia qual agora já estou curada, graças a Deus. Obrigada Dr!Publicado em Google Joao Gabriel Maia01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissional atencioso, muito atento as minhas queixas e desconfortos. Procurou entender com muita atenção todos os detalhes de minha rotina, e orientou como eles poderiam influenciar no tratamento.Publicado em Google Leandro Mendes01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótimo profissional especialista em Coluna,Publicado em Google Thiago Martins01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dr. Henrique, você é simplesmente incrível! Cuidar da coluna não é tarefa fácil, mas você faz parecer simples com tanta segurança, paciência e atenção. Dá pra ver que você realmente ama o que faz e isso faz toda a diferença pra quem tá sentindo dor e procurando ajuda.Publicado em Google Betinha Martins01/10/2025Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótimo!